O MMulheres abre edital para criação de cuidotecas em universidades estaduais

Iniciativa prevê investimento de R$ 9,2 milhões para apoiar estudantes com responsabilidades de cuidado e fortalecer a permanência no ensino superior

O MMulheres abre edital para criação de cuidotecas em universidades estaduais

O Ministério das Mulheres anunciou a abertura de um edital destinado à implantação de cuidotecas em universidades estaduais de todo o país. A iniciativa busca oferecer suporte a estudantes que conciliam a vida acadêmica com responsabilidades de cuidado, especialmente mães universitárias e pessoas responsáveis por crianças.

Com investimento total de R$ 9,2 milhões, o programa permitirá que instituições estaduais de ensino superior apresentem propostas para a criação desses espaços, que funcionarão como ambientes de acolhimento, convivência e atividades educativas voltadas ao público infantil.

A proposta integra as ações do Governo Federal voltadas à valorização das políticas de cuidado e à promoção da igualdade de oportunidades no acesso e na permanência no ensino superior. A expectativa é que as cuidotecas contribuam para reduzir obstáculos enfrentados por estudantes que precisam dividir o tempo entre os estudos e os cuidados com filhos ou dependentes.

As universidades interessadas poderão submeter seus projetos dentro do prazo estabelecido pelo edital. Os recursos serão destinados à estruturação dos espaços e à implementação das atividades previstas, seguindo os critérios definidos pelo chamamento público.

Além de favorecer a permanência acadêmica, a medida reforça o reconhecimento do cuidado como uma responsabilidade social que impacta diretamente a trajetória educacional de milhares de mulheres brasileiras. A criação das cuidotecas surge, portanto, como uma estratégia para tornar o ambiente universitário mais inclusivo e acessível.

A iniciativa representa mais um passo na construção de políticas públicas voltadas à permanência estudantil, buscando garantir que as responsabilidades familiares não se tornem um impedimento para a conclusão da formação superior.

Fonte: Ministério das Mulheres.

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